Picos - Cidade Modelo Origem do nome da cidade:
Para quem ainda desconhece,
o nome “Picos” surgiu por conta dos montes picosos que circulam o lado
direito do rio Guaribas. O povoamento se deu de forma lenta e gradual,
através dos colonizadores e escravos oriundos das províncias
de Pernambuco e Bahia, que passavam pelo local a procura de desafios e
mercados. Mas com o tempo, homens de sangue europeu, sertanejos, índios
e escravos foram transferidos para as margens férteis do Vale do
Guaribas. Já o combustível econômico da região
se concentrava na venda de cavalos, pêlos “cavalarianos”.
Picos começou
na Rua Velha e anos depois surgiu a Rua Grande, considerada a maior vila,
conhecida hoje como Avenida Getúlio Vargas. Os colonizadores e religiosos
praticantes construíram templo de orações dedicados
a São José, e décadas depois ele perdeu parte da reverência
fiéis para o “Coração de Jesus”, que permanece até
os dias atuais. Por conta disso, os fiéis que até então
debulharam seus terços e rosários aos pés do “Coração
de Jesus”, começaram a estender também suas preces à
Virgem dos Remédios. Um dos destaques na cidade de Picos, é
a Igreja Matriz Nossa Senhora dos Remédios.
Mas o impulso maior
que a cidade teve acontecido na década de 70, através da
pavimentação asfáltica das BRs 316, 407 e 020, que
cortam e dão acesso ao município, colocando-o na posição
de segundo maior entroncamento rodoviário do Nordeste.
Picos é parte
visível de um conjunto de mias de 40 municípios interligados,
os quais formam o Centro/Sul do estado do Piauí, mais conhecido
por Baixões Agrícolas Piauienses.
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Impostos:
Ocupando posição
de destaque desde a década de 70, Picos tem se mantido como segunda
maior cidade do Piauí a recolher o Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e serviços para o Governo do Estado.
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Preservação:
Hoje, ainda está
preservada a casa do Dr. Fonseca, descendente de italianos, que se mantém
lúcido com seus 86 anos. Sua residência tem mais de 118 anos
e não apresenta o menor abalo nas estruturas físicas, tendo
uma particularidade comum de fugitivo da guerra, ou seja, um enorme porão
no fundo da casa, para onde seus familiares deveriam se esconder.
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